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Isto é ‘muchBETA’ com João Martins

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Portista de gema, João Lopes Martins diz-se ser um aquariano puro mesmo tendo nascido sob o signo Touro, mas onde se sente esmo bem é na outra margem do Rio Douro na pequena vila pescatória da Afurada na sede da muchBETA.

João, como gosta de ser tratado aceitou falar com o PorDefeito.com para explicar um pouco dos muitos projetos em que a muchBETA se encontra envolvida neste momento.

– O que é nacional é bom?

É óptimo, necessita é que lhe dêem efectivo valor !

– Ser do Porto significa o quê?

Ser do Porto é saber que no final vamos ganhar 😉

– Francesinha ou Broa de Avintes?

Francesinha

– Qual o gadget que dispensaria?

O relógio

João Lopes Martins– O que é que vai pedir para ter no sapatinho este natal?

Boa disposição e um bom ano novo.

– Porquê criar uma empresa na Afurada, terra mais conhecida por pescadores?

Para ir à pesca de um futuro á nossa medida 😉 e que sítio melhor para trabalhar do que a contemplar a foz do Douro !?

– Depois de tantos anos ligado a uma empresa de sucesso como a Seara.com, o que é que o motivou a criar a muchBETA?

O sonho inicial foi o de deixar de construir casas (sites) para os outros e desenvolver os nossos próprios empreendimentos (SaaS – software as a service)

– A muchBETA tem uma atitude irreverente na sua abordagem ao mercado. Isso é só fachada ou é mesmo assim no dia a dia no escritório? Passam a vida a desafiar-se a vocês próprios?

Não somos irreverentes, somos assim! Não faz sentido, para nós, dar ares do que não somos e acreditamos que no futuro próximo muitos mais deixem as aparências e passem a limitar-se a tentarem fazer o melhor que sabem.

– De todos os produtos/soluções desenvolvidos pela MuchBeta, qual é a jóia da coroa e que vos dá mais orgulho?

As nossas plataformas colaborativas são um produto excelente e com um futuro prometedor. O LawRD, para advogados, o nosso primeirissimo é o mais conhecido e o mais utilizado. O Teepin, para gestão de ideias, foi o que nos deu maior visibilidade junto das grandes empresas, o que lançaremos a seguir será um orgulho… é mesmo dificil escolher!

João Lopes Martins– Vocês não se cingem a uma linha de produtos, mas sim a uma base de oferta SaaS. Como é que este conceito é implementado no dia a dia junto dos vossos clientes?

Na verdade não conseguimos ter, por nós próprios, uma capacidade comercial instalada e sistemática, principalmente porque podemos ter clientes em qualquer parte do mundo. O truque é preocupar-mo-nos em ter soluções cada vez melhores e parceiros especializados em cada mercado que nos apoiem na sua divulgação. Entretanto vamos tentando e testando diferentes áreas, plataformas e modelos de negócio.

– Afinal o que é isso de querer pegar numa terrra de pescadores e querer criar um paraíso de geeks (Afurada Valley)?

O que queremos é juntar toda a gente que gosta de criar na net, vulgo rede ;-), e trabalhar em conjunto em novos projectos. Um cluster de gente que faz coisas fantásticas na web poderá ser o melhor cartão de visita de todos. Somos gente de equipa e de partilha, conscientes que pescaremos mais se formos com os melhores.

– Acreditam que o Afurada Valley vai ser o motor para novos projectos e novas ideias de negócio para a muchBETA?

Já o é. Esperamos agora, conseguir olea-lo e não o deixar parar.

– O Hackafone é uma ideia muito semelhante a diversos encontros de programadores a nível internacional, onde é que vocês se distiguem desses evetos? Quais são as vossas reais expectativas?

Nós queremos ver é projectos efectivamente realizados. Se pudermos ajudar as empresas a pensarem produtos e novas soluções, sendo como que o seu próprio Lab em outsoursing, tanto melhor.

– Empresas como a Vodafone deverão apoiar mais este tipo de projectos?

A Vodafone foi a primeira a ver o potencial destes eventos ad-hoc e em boa hora ‘entrou na onda’. Outras grandes empresas poderão ver neste exemplo como podem ser mais flexiveis, abertas e ‘sairem da caixa’ dos seus próprios escritórios, criando com esta comunidade, activa, criativa e de desenvolvimento, laços fortes de proximidade e produtividade. O futuro tende a ser mais colaborativo e menos subserviente.

– Estiveram num concurso que vos poderia ter patrocinado a ida até Silicon Valley, o que pensam que poderia mudar na vossa empresa a ida até lá?

Podia ter-nos levado para S. Francisco, já. Assim, vamos daqui a bocado.

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